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Before We Go

 

 

Em seu début como diretor, Chris Evans foi audacioso. Com um romance de diálogos, homenageando a obra prima do mestre Linklater (trilogia do Before), Evans mostra autenticidade, sai da enorme sombra de Jesse e Céline e reserva um espaço muito digno para Nick e Brooke.

 

Na história, Evans é Nick, um trompetista que conhece por acaso uma negociadora de obras de arte, Brooke (Alice Eve). Se o primeiro contato é irregular, com o passar das horas o relacionamento da dupla prospera vertiginosamente amadurecendo um forte sentimento entre eles.

 

Pelas ruas da cidade mais populosa dos Estados Unidos, dois estranhos alheios um ao outro tornam-se inesperadamente uma companhia prazeirosa. Todo o elenco de apoio é correto, mas é na magnética química do casal que o filme se estabelece. Na direção, o foco calculadamente perdido e a fotografia em tons pastéis soa arrogantemente bom.

 

Uma jornada noturna tocante pelas vias barulhentas de Nova York sobre o poder da empatia e as coisas que perdemos pelo caminho.

 

Dizem que há sempre uma pessoa na sua vida, a qual, não importa o que ela faça com você, você simplesmente não pode deixá-la ir, Before We Go é muito sobre isso.