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O Jogo da Imitação

 

 

Narra a vida do gênio Alan Turing. O matemático e criptoanalista que foi o alicerce fundamental para quebrar o até então indecifrável código da Enigma, máquina utilizada pelos alemães na Segunda Guerra Mundial.

 

Com uma atuação arrebatadora de Benedict Cumberbatch, e direção correta de Morten Tyldum, esse é um filme que já vale pela história inacreditável.

 

Filmado de maneira bastante convencional (com o material em mãos que o diretor possuía, poderia ter sido menos relutante), porém impecável tecnicamente. Desde a produção, fotografia, ambientação ao figurino estão completamente perfeitos à sua época. Algumas inconsistências entre a história verídica e o filme aborrece, mesmo sabendo que a idéia é criar uma fórmula que agrade a maior parcela do público, contudo com toda meticulosidade técnica e Cumberbatch levando o filme nas costas elas são deixadas de lado em prol da singela homenagem a esse monstro.

 

A imbecilidade sem fim dos indivíduos que humilharam e forçaram Turing à morte é tão desprezível e inútil quanto o perdão real dado a ele 59 anos após sua morte.