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Timbuktu

 

 

Uma pequena cidade no norte de Mali tem sua rotina alterada quando extremistas religiosos assumem o controle da região.

 

Abderrahmane Sissako, considerado um dos maiores humanistas do cinema atual, dirige o longa, candidato ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, estimulando uma relfexão sobre o avanço de facções criminosas com pretextos religiosos, que espalham uma rotina de terror e desgraça em nome de um Deus sanguinário.

 

Estabelendo uma narrativa seca e introspectiva, Timbuktu é um grito da alma. Gritos esses ignorados pelos céus, uma vez que eles são apenas panoramas obtidos a partir da Terra quando se olha para o Universo que nos rodeia, sem qualquer relação com entidades divinas. No mundo real, mais desastroso do que os indivíduos que rezam para as nuvens são os estúpidos que matam por elas.

 

Em uma cidade onde o terror reina, o silêncio é também uma forma de lutar.